Evento

Conheça mais sobre esse evento, que nasceu para fortalecer a cultura de sustentabilidade na moda e dar visibilidade a quem faz diferente.

O Brasil Eco Fashion Week (BEFW) nasceu em 2017, como resultado de um encontro de amigos com ideias para estimular novos caminhos para a moda, criar um espaço de visibilidade para marcas comprometidas com as práticas de sustentabilidade e fortalecer essa cultura.

Hoje o evento agrega cerca de 120 colaboradores, somadas a dezenas de empresas envolvidas no patrocínio, apoio e concepção das edições. O evento se estabeleceu em São Paulo, recebendo empreendedores, profissionais, estudantes e consumidores de todas as regiões do Brasil, conectados ao propósito de utilizar a moda como uma rede positiva e ferramenta de transformação.

Já na primeira edição, o evento atraiu três mil pessoas, e em 2018, bateu o recorde de visitas no espaço da Unibes Cultural, chegando a mais de quatro mil pessoas, ao longo dos três dias. Gratuito e aberto ao público, o evento é dividido em espaços temáticos, com quatro eixos principais: conteúdos, produtos inovadores, atividades de empreendedorismo e soluções para a indústria.

Palestras, workshops e vivências são realizadas para trazer em pauta temas relevantes, como cultivos orgânicos, certificações de materiais, técnicas de upcycling, reciclagem, modelos de negócio para o compartilhamento e a circularidade, práticas de transparência, diversidade, ativismo, inclusão e comércio justo.

As atividades para empreendedores, rodadas de negócios e mentorias, estimulam colaborações e oportunidades prósperas. O evento recebe inscrições para o showroom de marcas e o lineup de desfiles por meio de um edital, e as empresas são escolhidas por uma equipe convidada de curadores, envolvidos com iniciativas pioneiras nas áreas de moda e sustentabilidade.

O evento tem foco no setor de moda, mas entende que para mudanças sistêmicas acontecerem, todos os setores devem participar do debate.

Programe-se e faça parte do Brasil Eco Fashion Week!

“Palestras, workshops e vivências são realizadas para trazer em pauta temas relevantes, como cultivos orgânicos, certificações de materiais, técnicas de upcycling, reciclagem, modelos de negócio para o compartilhamento e a circularidade, práticas de transparência, diversidade, ativismo, inclusão e comércio justo.”

Moda sustentável, consciente, ecológica, ética, slow. Os termos são importantes para comunicarmos o novo momento da moda e identificarmos linhas de ação. Mas para além das definições, as responsabilidades pedem união de forças, e atuação em rede.

A moda é um sistema complexo, e seus impactos, assim como suas tendências, influenciam o mundo todo: 10% das emissões globais de gases estufa são atribuídos a esse setor, um quarto dos produtos químicos produzidos anualmente são usados na produção de tecidos, 92 milhões de toneladas de resíduos têxteis são geradas por ano e 20% da contaminação hídrica é associada à produção de moda.

A reação da sociedade diante desse cenário já está acontecendo, e para gerarmos soluções em grande escala, as ações devem transbordar o segmento da moda sustentável e envolver novos protagonistas, dentro e fora do setor. A eco-revolução que desejamos será sistêmica e intersetorial.

“Venha conhecer e experienciar o Brasil Eco Fashion Week!”

O Brasil representa a maior cadeia produtiva de moda completa do Ocidente, e abriga desde o cultivo da fibra no campo, até a reciclagem do produto. Nosso país tem um grande potencial para inspirar modelos criativos e parcerias ao longo desse caminho, e temos como missão estimular esse processo.

Desejamos cocriar uma moda que respeite os valores socioambientais e culturais, estimule o manejo sustentável dos biomas do Brasil e lute pela floresta em pé. Que promova novas interpretações para a riqueza, e o acesso para além da posse. E por fim – ou seria o início? – sonhamos com uma moda onde o senso de coletivo ultrapasse as limitações do ego, e o ser, venha antes do ter.

Nos vemos em novembro!?

O BEFW 2018 em números

Estrutura

mil pessoas em 3 dias

palestras, talks e rodas de conversa

palestrantes, mediadores e facilitadores

oficinas e workshops

marcas no showroom

Desfiles

Fornecedores da indústria e iniciativas sustentáveis no espaço Fornecedor

expositores no espaço Amazônia

Publicações na mídia

130 publicações em revistas, sites, mídias

canais de notícia internacionais

portais de notícias nacionais

revistas

canais de Youtube

"Instagramers" e influencers

Quem faz acontecer

patrocinadores e apoiadores

parceiros e apoiadores institucionais

empresas realizadoras

Programe-se e faça parte do Brasil Eco Fashion Week!

Critérios de curadoria

As marcas participantes dos espaços Desfiles e Mercado Eco do evento, são selecionadas por uma equipe de curadoria convidada, composta por até oito profissionais da área de moda e/ou sustentabilidade.

As marcas são analisadas pelos curadores, tendo como base os seguintes critérios:

  • Benefícios ambientais, sociais e culturais contemplados na proposta (ex. redução de impacto no meio ambiente natural pelo quesito x, e/ou impacto sociocultural positivo, pelo quesito y, etc.);
  • Planejamento e execução de Design;
  • Prática de modelos de negócio inovadores;
  • Uso de novas tecnologias para a sustentabilidade;
  • Certificações de materiais e cadeia produtiva;
  • Comunicação clara e educativa em relação às características da marca;
  • Tempo de mercado da marca e metas futuras;
  • Variedade no perfil das marcas escolhidas.

Equipe de curadoria BEFW 2019

Curadores Desfile

Camila Yahn

Camila Yahn é editora de moda com mais de 15 anos de experiência. Seu trabalho divide-se entre edição e curadoria de conteúdo para marcas, eventos e redes sociais, observação das mudanças de comportamento e mercado na indústria da moda e reportagem, análises e edição da plataforma FFW, onde é editora-chefe há oito anos.

Melissa Volk

Publicitária com 25 anos de experiência no mercado e passagem em grandes agências como DPZ e ageisobar/mcgarrybowen, foi motivada por fatores pessoais e questionamentos sobre qualidade de vida que criou, em 2016, o Slow Market Brasil, a princípio um mercado de marcas conscientes e sustentáveis. Criou o Slow Market.Beauty, primeiro e único evento totalmente voltado à indústria de cosméticos conscientes do Brasil. Além de sua empresa, é curadora e coordenadora do BEFW – Brasil Eco Fashion Week, membro da Abraps – Associação Brasileira dos Profissionais pelo Desenvolvimento Sustentável, membro do GT Lixo Zero da Abraps e ministra palestras e painéis sobre slow fashion e slow beauty.

Camila Marinho

Camilla Marinho trabalhou no mercado da moda como assistente de moda na Revista Vogue. Desenvolveu conteúdo de marketing de marcas de moda como: missinclof, AYA e Tanden. Idealizou o D.A.M.N, projeto que visa usar a moda como agente transformador através da descentralização, consumo consciente e sustentabilidade apoiando a valorização da mão de obra de pessoas em comunidades e periferias, além de impulsionar o mercado de moda e marcas sustentáveis. Hoje, Camilla é referência na moda sustentável e participa de palestras e ministra cursos sobre o mesmo tema e presta consultoria para marcas de moda e outros nichos de mercado.

Jackson Araújo

Comunicólogo e consultor criativo, é pesquisador e estudioso de movimentos e expressões ligados à Economia Afetiva, termo que cunhou em 2014 sobre uma nova perspectiva de mercado pautada na valorização e desenvolvimento do coletivo, para o desenho de produtos inovadores e disruptivos. Ministra palestras, realiza workshops e dirige projetos sobre o tema. É editor do livro “Economia Afetiva: Aprendizado Para O Futuro”, que registra todos os aprendizados adquiridos durante a realização do projeto cultural “Trama Afetiva – Experiência Colaborativa em Upcycling” (2018), onde atua como diretor criativo, que busca soluções inovadoras de impacto para os descartes têxteis da indústria da moda.

Curadores Showroom

Alice Beyer

Agente de mudança para a Moda Circular. Alice é graduada em moda e profissional com quase duas décadas de experiência internacional, do Brasil a China. Pós-graduada em Sustentabilidade na Moda na Alemanha, onde mora e trabalha como consultora com foco no conceito de economia circular desde 2015, como forma de pensar novos formatos e agir rumo a uma moda mais coerente e responsável. Alice atua também na divulgação de informações pelo mundo fabril e pela academia, como professora, em treinamentos, participação em eventos, cursos e livros. 

Luly Vianna

Luly Vianna é designer, artesã, sócia-fundadora da Saissu Design, uma marca que busca criar conexões contemporâneas entre materiais reutilizados e o manualidades ancestrais ameaçadas. É mentora da marca social Teçume, criada pela ONG Casa do Rio para as mulheres da Amazônia. Pesquisadora e curadora de artesanato brasileiro. Entusiasta das relações humanas mais amorosamente profundas.

Ana Sudano

Diretora criativa e estilista há 20 anos. Hoje é docente no SENAC-SP nas áreas de criatividade e gestão para moda, tendo trabalhado em diversas marcas nacionais atuando na coordenação de equipes criativas até a concepção de desfiles nas principais semanas de moda brasileira (Fashion Rio, Minas Trend e São Paulo Fashion Week). Com ampla experiência, desde 2014 também dedica-se à Grama, marca própria focada no desenvolvimento para uma moda mais sustentável, já desfilou no Vancouver Fashion Week em 2016 e no Brasil Eco Fashion Week em 2017 e 2018, ganhou prêmios no Minastrend e Paraty Eco Festival. Atua também como consultora criativa e realiza palestras, oficinas e workshops sobre planejamento de coleção e design sustentável. Colabora com movimento Fashion Revolution desde 2014.

Melissa Volk

Publicitária com 25 anos de experiência no mercado e passagem em grandes agências como DPZ e ageisobar/mcgarrybowen, foi motivada por fatores pessoais e questionamentos sobre qualidade de vida que criou, em 2016, o Slow Market Brasil, a princípio um mercado de marcas conscientes e sustentáveis. Criou o Slow Market.Beauty, primeiro e único evento totalmente voltado à indústria de cosméticos conscientes do Brasil. Além de sua empresa, é curadora e coordenadora do BEFW – Brasil Eco Fashion Week, membro da Abraps – Associação Brasileira dos Profissionais pelo Desenvolvimento Sustentável, membro do GT Lixo Zero da Abraps e ministra palestras e painéis sobre slow fashion e slow beauty.